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Não esquecer a própria infância LA 196

Não trateis vossos filhos apenas com severidade, esquecendo a vossa própria infância, e que eles não passam de crianças. Não espereis que sejam perfeitos, nem os busqueis tornar de repente homens e mulheres em seus atos. Assim fazendo, fechareis a porta de acesso que, de outro modo, a eles poderíeis ter, e os impelireis a abrir outra porta às influências prejudiciais, a que outros lhes envenenem a mente juvenil antes que desperteis para o perigo que correm. ... LA 196.1

Os pais não se devem esquecer dos anos de sua infância, de quanto anelavam simpatia e amor, e como se sentiam infelizes quando censurados e repreendidos com irritação. Devem ser novamente jovens em seus sentimentos, e levar a mente a compreender as necessidades das crianças. — Testemunhos Selectos 1:136, 137. LA 196.2

Eles necessitam de palavras ternas e animadoras. Quão fácil é para as mães o dizer palavras de bondade e afeição que enviem calor ao coração dos pequenos, levando-os a esquecer suas perplexidades! — The Review and Herald, 9 de Julho de 1901. LA 196.3

Pais, dai a vossos filhos amor; amai-os no berço, na infância, na juventude. Não lhes fecheis a fisionomia, mas mostrai-lhes uma face radiante. — Manuscrito 129, 1898. LA 196.4