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Testemunhos Seletos 2

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    Tornai Jesus vosso confidente

    Poucos há que apreciem ou aproveitem devidamente o precioso privilégio da oração. Devemos ir ter com Jesus e dizer-Lhe todas as nossas necessidades. Podemos levar-Lhe nossos pequenos cuidados e perplexidades, da mesma maneira que as maiores aflições. Seja o que for que surja para nos perturbar ou afligir, devemos levar ao Senhor em oração. Quando sentirmos que necessitamos da presença de Cristo a todo instante, Satanás terá pouco ensejo de introduzir suas tentações. É seu estudado esforço manter-nos afastados de nosso melhor e mais compassivo amigo. Não devemos tornar ninguém senão Jesus nosso confidente. Podemos com segurança comunicar-Lhe tudo quanto se acha em nosso coração.TS2 60.1

    Irmãos e irmãs, quando vos reunis para o culto de oração, crede que Jesus Se reúne convosco; crede que está disposto a abençoar-vos. Desviai os olhos do próprio eu; olhai a Jesus, falai de Seu incomparável amor. Contemplando-O, sereis transformados à Sua semelhança. Quando orardes, sede breves, ide diretamente ao ponto. Não pregueis um sermão ao Senhor em vossas longas orações. Pedi o pão da vida como uma criança faminta pede pão a seu pai terrestre. Deus nos concederá toda bênção de que necessitamos, uma vez que Lhe peçamos em simplicidade e fé.TS2 60.2

    As orações feitas por ministros antes de seus sermões, são muitas vezes longas e inadequadas. Abrangem toda uma série de necessidades que não têm relação com o momento ou com as precisões do povo. Tais orações são apropriadas para nosso aposento particular, não para serem feitas em público. Os ouvintes ficam fatigados, e anseiam que o ministro pare. Irmãos, arrebatai convosco o povo em vossas orações. Ide com fé ao Salvador, dizei-Lhe do que necessitais nessa ocasião. Deixai que a alma se dilate buscando a Deus com intenso anelo quanto à bênção necessária na ocasião.TS2 60.3

    A oração é o mais santo exercício da alma. Deve ser sincera, humilde, fervorosa — os desejos de um coração renovado exalados na presença de um Deus santo. Quando o suplicante sente achar-se na presença divina, o próprio eu será perdido de vista. Ele não terá desejos de exibir talento humano; não procurará agradar o ouvido dos homens, mas obter a bênção intensamente ambicionada pela alma.TS2 61.1

    Se tão-somente pegássemos na palavra do Senhor, quantas bênçãos poderiam pertencer-nos! Quem dera que houvesse mais oração fervente, eficaz! Cristo será o ajudador de todos quantos O buscam com fé.TS2 61.2

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