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    Copenhague, Dinamarca

    Pessoas honestas, apesar da sociedade secular que as rodeia -Copenhague parece Atenas nos dias de Paulo. A busca da riqueza e do prazer ocupa a atenção do povo. O ateísmo é popular. Comer e beber, dançar e se divertir são os assuntos do pensamento e da conversação. Há muitas igrejas grandes e bonitas, mas as pessoas, como alguns dos atenienses, cultuam um Deus desconhecido. Não faltam doutores em Divindade [Teologia], pregadores instruídos, mas eles ignoram a religião bíblica. [...]MPC 150.1

    Parece algo difícil despertar interesse em coisas religiosas nessas grandes cidades; mesmo assim, existem nelas muitas pessoas honestas que ainda aceitarão a luz e refletirão seus raios a outros. Copenhague está enviando missionários para converter os pagãos em terras distantes, quando há multidões do próprio povo que na verdade são igualmente ignorantes acerca de Deus e Sua Palavra. Necessita-se de pessoas com o espírito de Paulo, para pregar a Cristo, e Este crucificado (HS, p. 185 [1886]).MPC 150.2

    A Obra Em Outras Terras

    Milhões na África e Ásia ainda precisam ouvir o evangelho - Na África, na China e na Índia existem milhares, sim, milhões que jamais ouviram a mensagem da verdade para este tempo. Precisam ser advertidos. As ilhas estão esperando pelo conhecimento de Deus. Nessas ilhas devem ser estabelecidas escolas, a fim de preparar alunos para cursos de nível mais elevado, onde possam receber preparo e voltar para suas terras de origem, a fim de repartir com outros a luz que receberam (T9, p. 51 [1909]).MPC 150.3

    O mundo todo tem direito à misericórdia de Deus, assim como nós - O mundo todo está se abrindo para o evangelho. A Etiópia está estendendo as mãos a Deus. Do Japão, China e Índia, das terras ainda obscuras do nosso continente, de toda parte deste nosso mundo, vem o clamor de corações feridos em seu anelo pelo conhecimento do Deus de amor. Milhões e milhões jamais sequer ouviram falar em Deus ou Seu amor revelado em Cristo. Eles têm direito de receber esse conhecimento. Assim como nós, têm eles também direito à misericórdia do Salvador. Recai sobre nós, os que recebemos esse conhecimento, e sobre nossos filhos, a quem o podemos comunicar, atender ao seu clamor (Ed, p. 262, 263 [1903]).MPC 151.1

    Apesar dos desafios e dificuldades, o mundo ainda deve ser advertido - Há em cada cidade e em cada subúrbio uma obra a ser feita quanto a apresentar a última mensagem de misericórdia a um mundo caído. E enquanto buscamos trabalhar esses campos necessitados, chega o clamor de terras distantes: “Passa e ajuda-nos.” Essas não são tão facilmente alcançadas, e talvez não estejam tão prontas para a ceifa, como os campos diante dos nossos olhos, mas não podem ser negligenciadas. Desejamos promover os triunfos da cruz. Nosso lema deve ser: “Para a frente, sempre para a frente!” Não podemos jamais desistir de nossa responsabilidade para com as “terras de além”, até que a Terra inteira seja iluminada com a glória do Senhor (AUCR, 1° de janeiro de 1900; LS, p. 375).MPC 151.2

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